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Desde: 03 de Janeiro de 2010!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Como uma estrada, como um galho.


A estrada ainda permanecia vazia, sem nenhum sinal de seres vivos presentes.
Não existia barulho e a poeira já havia abaixado, o que restaram foram apenas as marcas da dor que você me causou, no asfalto ainda dolorido.
Eu era apenas um galho do que restou da grandiosa árvore que fora derrubada com o grande vendaval que passou deixando marcas que jamais serão esquecidas.
Eu sabia que iria demorar para constituir os pedaços de mim, mas eu prometi a mim mesma que nunca iria desistir de ficar inteira novamente, mesmo sabendo que isso era impossível.

Beijos A Todas As Corujinhas!

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