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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Paralelepípedos no centro urbano


A Terra gira sem esforços, sem pressa, nem força. Em um movimento natural, como o encaixe do feto no útero de uma mãe, a luz que  fora banida ressurge pelo lado Leste.
Conforme a repetição dessas ações, as mudanças se adequam, o recém nascido também ao seu novo ambiente, agora colorido.
Como um ciclo, a Terra, as mudanças não param e o novo é introduzido no lugar do velho que é descartado tornando-se um corpo sem alma.
Porém como um papel amassado, as marcas das gerações anteriores não se apagam. E andando sobre ruas asfaltadas em um centro urbano, você ainda passa sobre paralelepípedos.

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